Diego Rafael Michelin ( @michelin.adv ) é advogado com mais de 10 anos de experiência; bacharel em Direito pela UniCesumar; especialista em Direito Processual Civil pela Universidade do Norte do Paraná; especialista em Direito do Agronegócio e Política Agrícola pela Escola Federal da Magistratura do Paraná; membro da Academia Brasileira de Direito do Agronegócio; especializando em Alongamento de Dívidas Rurais e Recuperação Judicial do Produtor Rural - EFAGRO; presidente da Comissão de Direito do Agronegócio da Ordem dos Advogados do Brasil, Subseção de Ivaiporã; membro BLACK do Programa de Parcerias Estratégicas da EFAGRO; membro da Comunidade Aliança - EFAGRO. Atualmente trabalha com foco na gestão e reestruturação de passivos rurais, ações de grande complexidade como revisionais de contratos bancários de crédito rural, reestruturação de cronogramas de pagamentos e recuperação judicial e extrajudicial do produtor rural. ...
Por Diego Rafael Michelin ( @michelin.adv ) | Existe uma estética sedutora que tomou conta do agronegócio brasileiro nos últimos anos. É a estética do palco iluminado: a foto aérea da lavoura no auge da florada, o drone sobrevoando o pivô central ao pôr do sol, o produtor sorridente sobre a colheitadeira nova, a legenda inspiracional em letras garrafais. É a árvore fotogênica, simétrica, pronta para virar capa de revista, story patrocinado ou troféu em jantar de premiação. Mas quem vive o campo de verdade, e quem advoga por ele com seriedade, sabe que essa imagem é a parte menos importante da história. A árvore que aparece na foto só existe porque, debaixo da terra, há um sistema radicular silencioso, complexo e teimoso, que ninguém vê. É nas raízes que mora o agronegócio real, na resiliência dos produtores. E é nas raízes que mora, também, a advocacia que de fato serve às famílias do campo. O palco engana. Os bastidores sustentam. O palco do agro é cativan... ...
VIRAM? 😳 O Juízo da Vara Cível da Comarca de Jandaia do Sul (TJ-PR) deferiu tutela de urgência para suspender a exigibilidade de contrato de crédito rural e impedir a inscrição do nome de um produtor paranaense nos cadastros de inadimplentes. A decisão foi tomada em ação movida contra o Banco John Deere S.A. , diante da frustração de safra e queda acentuada no valor das commodities agrícolas . A parte autora, representada pelo advogado Diego Rafael Michelin ( @diegomichelin.adv ), alegou dificuldades financeiras causadas por eventos climáticos extremos , como estiagem prolongada e geadas, aumento exponencial no custo dos insumos , queda drástica nos preços da soja , negativa indevida do banco em prorrogar a dívida e risco de impossibilidade de acesso a novos créditos . Segundo a defesa, foram apresentados laudos técnicos e documentos que demonstram o prejuízo agrícola e a tentativa frustrada de renegociação administrativa. Entenda o caso O produtor rural ajuizou a ação após ter... ...